Startups Connected 2019

AHK - Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha
2019
Em nossa primeira jornada com a AHK, entramos em campo para facilitar a conexão entre startups e gigantes como Siemens e Volkswagen. O desafio era o "meio de campo": como fazer uma solução tecnológica inovadora se encaixar na estrutura de uma mega-corporação sem perder a agilidade? Conduzimos workshops presenciais intensos de dois dias, focados em alinhar interesses e desenhar escopos de projetos que fossem viáveis para ambos os lados. Foi onde provamos que o design é a melhor ferramenta de tradução corporativa.
Estudo de caso sobre facilitação de workshops de inovação aberta (AHK Startups Connected 2019). Foco em alinhamento de escopo, design participativo e colaboração entre startups e grandes corporações industriais.

A edição de 2020 exigiu uma reengenharia completa da nossa abordagem. Com a pandemia, o desafio não era apenas o conteúdo, mas o formato. Precisamos condensar workshops que antes duravam dois dias em sessões digitais de três horas, mantendo a mesma entrega de valor. O foco técnico migrou para a objetividade: menos tempo de "tela" e mais eficácia na definição de hipóteses.

Implementamos o uso de breakout rooms e ferramentas de colaboração visual em tempo real para conduzir múltiplos workshops simultâneos. Por questões de sigilo e foco, as interações passaram a ser mais individuais entre cada empresa âncora e sua respectiva startup. Nosso papel foi guiar essas duplas na criação de um backlog detalhado, que funcionava como uma agenda técnica de atividades imprescindíveis — visitas virtuais, reuniões técnicas e experimentos laboratoriais.

Mesmo com a saturação do trabalho remoto na época, conseguimos manter o engajamento alto. Essa edição foi a prova de que nossas técnicas de design não dependem de post-its físicos, mas de uma lógica de colaboração bem estruturada. O resultado foi a manutenção do programa como um dos TOP ecossistemas de inovação do Brasil, alcançando a marca de TOP4 no ranking da 100 Open Startups.

A edição de 2020 exigiu uma reengenharia completa da nossa abordagem. Com a pandemia, o desafio não era apenas o conteúdo, mas o formato. Precisamos condensar workshops que antes duravam dois dias em sessões digitais de três horas, mantendo a mesma entrega de valor. O foco técnico migrou para a objetividade: menos tempo de "tela" e mais eficácia na definição de hipóteses.

Implementamos o uso de breakout rooms e ferramentas de colaboração visual em tempo real para conduzir múltiplos workshops simultâneos. Por questões de sigilo e foco, as interações passaram a ser mais individuais entre cada empresa âncora e sua respectiva startup. Nosso papel foi guiar essas duplas na criação de um backlog detalhado, que funcionava como uma agenda técnica de atividades imprescindíveis — visitas virtuais, reuniões técnicas e experimentos laboratoriais.

Mesmo com a saturação do trabalho remoto na época, conseguimos manter o engajamento alto. Essa edição foi a prova de que nossas técnicas de design não dependem de post-its físicos, mas de uma lógica de colaboração bem estruturada. O resultado foi a manutenção do programa como um dos TOP ecossistemas de inovação do Brasil, alcançando a marca de TOP4 no ranking da 100 Open Startups.