Comida de Dragão

Let's Fly Foods
2024
A humanidade ignora que o desperdício é um erro de design. A Primata Criativo atuou na raiz desse desafio para a Lets Fly, conduzindo laboratórios de experimentação e workshops que transformaram a biotecnologia da larva BSF em um design do produto disruptivo. Desenhamos toda a jornada de conversão, do protótipo físico ao kit de assinatura, criando uma identidade de contracultura. Não apenas envelopamos um petisco: estruturamos a forma, a função e a experiência de uso que educa, provoca e convoca o tutor para a Tribo do Dragão.
Consultoria estratégica da Primata Criativo para Lets Fly. Foco em design do produto, UX e desenvolvimento de embalagens sustentáveis baseadas em biotecnologia de insetos (BSF). Economia circular e conversão de resíduos orgânicos.

O projeto nasceu de um laboratório de experimentação onde a Primata Criativo identificou que o mercado de petiscos atual é uma "caixa preta" de fórmulas misteriosas. Nossa missão foi traduzir a biotecnologia da larva BSF (Black Soldier Fly) em um design do produto de simplicidade radical, movendo o tutor da estranheza inicial para a adesão por comunidade. Estruturamos uma jornada de conversão inédita, tratando a regeneração como um ato de coragem e educando o mercado de que o verdadeiro "nojento" é o desperdício, enquanto a larva é um superalimento de alta eficiência energética. Para romper com o óbvio, bebemos na fonte da contracultura — do movimento Punk e Street Art ao cinema de monstros como Godzilla — e desenhamos o "Dragão Carioca", um guardião do futuro ancestral que une o molejo da rua à resiliência milenar.

A identidade visual utiliza cores quentes e técnicas de vibração ótica que remetem ao silk-screen, reforçando o caráter artesanal de uma inovação que nasce na base. Na materialidade da solução, a prototipação focou em reduzir a fricção física de consumo por meio de modelos físicos e gráficos que desafiam o padrão do setor. Criamos o Pouch Refil com foco em provocação visual, o Kit Degustação como ferramenta de conscientização regenerativa e o Kit Assinatura para materializar a recorrência do hábito.

Essas entregas foram concebidas através de workshops e exercícios de mapeamento de perfis ideais (ICPs), garantindo que cada componente — do tubete que vira vaso às petisqueiras e embalagens de papel kraft — funcionasse como um ponto de contato tátil e educativo. O resultado é um ecossistema de produtos que torna a sustentabilidade um hábito físico e lúdico, provando que a natureza não se recupera com ações pontuais, mas com continuidade, design e coragem.

O projeto nasceu de um laboratório de experimentação onde a Primata Criativo identificou que o mercado de petiscos atual é uma "caixa preta" de fórmulas misteriosas. Nossa missão foi traduzir a biotecnologia da larva BSF (Black Soldier Fly) em um design do produto de simplicidade radical, movendo o tutor da estranheza inicial para a adesão por comunidade. Estruturamos uma jornada de conversão inédita, tratando a regeneração como um ato de coragem e educando o mercado de que o verdadeiro "nojento" é o desperdício, enquanto a larva é um superalimento de alta eficiência energética. Para romper com o óbvio, bebemos na fonte da contracultura — do movimento Punk e Street Art ao cinema de monstros como Godzilla — e desenhamos o "Dragão Carioca", um guardião do futuro ancestral que une o molejo da rua à resiliência milenar.

A identidade visual utiliza cores quentes e técnicas de vibração ótica que remetem ao silk-screen, reforçando o caráter artesanal de uma inovação que nasce na base. Na materialidade da solução, a prototipação focou em reduzir a fricção física de consumo por meio de modelos físicos e gráficos que desafiam o padrão do setor. Criamos o Pouch Refil com foco em provocação visual, o Kit Degustação como ferramenta de conscientização regenerativa e o Kit Assinatura para materializar a recorrência do hábito.

Essas entregas foram concebidas através de workshops e exercícios de mapeamento de perfis ideais (ICPs), garantindo que cada componente — do tubete que vira vaso às petisqueiras e embalagens de papel kraft — funcionasse como um ponto de contato tátil e educativo. O resultado é um ecossistema de produtos que torna a sustentabilidade um hábito físico e lúdico, provando que a natureza não se recupera com ações pontuais, mas com continuidade, design e coragem.