

A Primata ajuda a gente a viabilizar projetos em que o escopo não é claro e não é tradicional (do nosso dia-a-dia).
Muitas vezes temos uma dor ou ideia que ainda não está estruturada e ainda não sabemos o como resolver ou rodar e eles trazem essa clareza: tornar o projeto tangível, com escopo, objetivo, indicadores, passo-a passo e etc.

O trabalho com a Primata foi sempre surpreendente.
Guardo uma admiração pessoal por cada profissional da Primata e testemunhei, ao longo dos últimos anos, o esforço pela diversificação e qualificação do portfolio.
A equipe vai além do que se demanda e, invariavelmente, agrega novos elementos e mais valor aos trabalhos realizados pela área de inovação da CNI.
São incontáveis as vezes em todas as oportunidades fomos prontamente atendidos e com alto nível de qualidade.

Vejo a Primata como uma captadora de problemas, ou dilemas e uma aceleradora de ideias.
Eles nos levam a pensar não só "fora da caixa", antes disso, nos provocam a olhar p/ dentro da nossa caixa, nos levando a ver as coisas de todos os ângulos, olhando para o que já temos, o que já fazemos de bom mas simplificando, otimizando processos, entregando soluções simples e objetivas.
O mais impactante de tudo isso é que, muitas vezes, a solução está ali na nossa frente, mas não vemos, aí entra a Primata mostrando a luz e direcionamento a solução!

Trabalhar com a Primata foi uma experiência incrível.
O ponto alto foi o planejamento e organização na jornada como um todo que foi essencial para garantir uma entrega consistente ao briefing inicial.

Foi um dos momentos mais profundos de imersão que tivemos na Let's Fly.
Projetando tanto o futuro como olhando para o passado, em uma dinâmica leve, super rápida e com uma intensidade elevada... não eram aquelas reuniões que demoram 2 horas e a gente sai acabado, eram sempre reuniões densas mas que a gente saía energizado!
E não teve uma pessoa que viu os protótipos e não achou fantástico.

De uma maneira bem objetiva:
A Primata realiza oficinas para geração de uma matriz de possibilidades de um projeto a ser executado (seja em empresas, institutos de pesquisa, instituições, etc).

A capacidade única que eles têm de transformar ideias em realidade é o que estabelece a Primata como uma referência no setor.
Recomendaria a Primata Criativo de olhos fechados.
Se alguém me perguntar onde encontrar soluções de design que são realmente autênticas, impactantes e criadas com uma paixão genuína pela arte de resolver problemas, minha resposta seria sempre a mesma: Primata Criativo.
A dedicação deles à excelência e inovação é algo que realmente admiro, e tenho total confiança de que continuarão a deixar sua marca significativa no mundo do design.

Acho que a parte mais valiosa desse trabalho com a Primata Criativo foi a metodologia criativa (sem trocadilhos) deles utilizada no Pique Primata para definir as ferramentas e próximos passos após o momento de ideação.
O formato utilizado pelos Primatas entrega resultados muito claros e definidos.
Além disso, a habilidade deles na condução da oficina, no aspecto pessoal mesmo, deixa as coisas mais leves e divertidas, o que facilita no engajamento até mesmo de equipes menos dispostas a trabalharem em projetos de inovação.

Foram dias intensos e muito ricos de criatividade focada.
Nos entregamos ao processo, e o resultado foi surpreendente.
O Pique Primata se tornou nossa forma natural de criar.
Essa forma me parece hoje tão familiar, tão minha, que sinto como se ela sempre tivesse existido, mas nunca houvesse sido trabalhada de forma tão ordenada, e que se não houvesse um momento dedicado a torná-la palpável, seria difícil retirá-la do abstrato e trazê-la para o mundo real.












O foco aqui é a horizontalização da interação.
Em ambientes corporativos tradicionais, a hierarquia ou a timidez costumam silenciar boas ideias. O uso de dinâmicas de escrita individual antes do debate garante que toda a "tribo" participe. A responsabilidade pelo progresso torna-se compartilhada, evitando que o peso da decisão recaia apenas sobre quem fala mais alto.
Quando o desafio é estratégico, o improviso é um risco alto demais.
O segredo está no planejamento minucioso do fluxo: quanto mais trabalho existe nos bastidores da preparação, melhor é a entrega da sessão. Estruturar cada minuto com um objetivo claro permite que os riscos sejam mapeados antes mesmo da abertura da sala, seja ela física ou digital.
É comum que grupos se percam no abstrato durante discussões complexas.
O papel da facilitação é guiar a equipe da fase de divergência para a de convergência, onde padrões são identificados e o entendimento coletivo é construído. Através da organização visual do raciocínio, problemas genéricos são transformados em desafios focados no que realmente impacta o negócio.
Colaboração travada geralmente é sinal de falta de comunicação autêntica.
Por isso é preciso na dimensão da moderação para criar um espaço seguro de escuta, ordenando as falas e garantindo que o fluxo de interação não seja interrompido por ruídos internos. O alinhamento de expectativas logo no início garante que todos entrem no mesmo ritmo de trabalho.
O "pensar todo mundo igual" é um obstáculo para a inovação.
Para quebrar esse padrão, a facilitação propõe conceito de Mente de Principiante, forçando o grupo a sair das suposições habituais. O uso de ideias propositalmente extremas serve para testar os limites do problema e provocar discussões que dificilmente surgiriam em uma reunião padrão.
Organizações que trabalham em silos perdem a visão do "todo", o que prejudica a agilidade.
A facilitação promove a visão sistêmica, trazendo times multidisciplinares para cocriar soluções em conjunto. Ao mapear a jornada de ponta a ponta, as áreas deixam de se enxergar como departamentos isolados e passam a atuar como uma rede conectada.
Uma sessão só deve ser encerrada quando o próximo passo está claro.
É preciso estabelecer matrizes de responsabilidades e resultados esperados antes do término. Técnicas de síntese garantem que as decisões não fiquem apenas no ar, sendo registradas como um guia prático para a execução imediata.