Design de Experiência para a Luminária DIY

Protto
2018
Redesenhamos a jornada de montagem da Alva, uma luminária baseada em Arduino que vai além da decoração. O desafio era transformar um processo de montagem altamente técnico, que beirava a frustração, em uma experiência de aprendizado fluida e prazerosa. Através do Pique Primata — nossa metodologia de imersão ágil —, estruturamos três semanas de trabalho intenso. Saímos de um conceito complexo para um produto físico validado, com unboxing gamificado e etapas que ensinam marcenaria e eletrônica de forma intuitiva. Um objeto de design com alma de hobby.
Case study of DIY Arduino lamp project "Alva" by Primata Criativo for Protto. Focus: product design, user experience, Pique Primata methodology (Design Sprint adaptation), rapid physical prototyping, gamified unboxing, and technical education.

Este projeto marcou a aplicação consolidada do Pique Primata (nossa adaptação ágil de metodologias de inovação) em um terreno desafiador: o design de um produto físico complexo. A Alva não é apenas uma luminária; é um kit montável que utiliza Arduino — uma plataforma eletrônica de código aberto — para ensinar marcenaria, elétrica e eletrônica na prática. O ponto de tensão inicial era claro: a versão de referência apresentava uma curva de aprendizado íngreme, o que poderia gerar tédio ou desistência. Nossa missão foi suavizar esse rastro, transformando o "fazer" no maior valor do produto.

A estratégia foi dividida em três semanas de imersão total. Na primeira fase, focamos no alinhamento de visão e na descoberta das personas. Percebemos que a Alva não competia com luminárias de prateleira, mas com hobbys como Lego para adultos, plastimodelismo e videogames. Essa virada de chave mudou o posicionamento: o foco saiu do objeto final e foi para a experiência de autodescoberta. Realizamos workshops de co-criação onde surgiram os primeiros "toscótipos" (protótipos de baixa fidelidade), fundamentais para visualizar a jornada de montagem antes de qualquer linha de código ou corte na madeira.

Na segunda semana, partimos para a materialização. Enquanto parte do time trabalhava na modelagem 3D e no detalhamento técnico, outra frente buscava viabilidade com fornecedores. A agilidade permitiu que tivéssemos uma versão física funcional já na quinta-feira, pronta para testes reais. Esse fôlego na prototipagem física é o que minimiza riscos financeiros e antecipa erros estruturais que só apareceriam na linha de produção.

A etapa final consolidou a experiência de unboxing assistido. Entendemos que a embalagem deveria funcionar como um instrutor silencioso. Criamos fases organizadas: primeiro a marcenaria, depois a elétrica, seguida pela eletrônica e o acabamento têxtil. Cada abertura de caixa era um novo nível superado pelo usuário. Além do produto físico, colaboramos no desenvolvimento do App-Guia, garantindo que o suporte digital e o manual físico falassem a mesma língua. O resultado foi um produto validado em tempo recorde, capaz de introduzir habilidades técnicas em pessoas leigas de forma leve e recompensadora.

Este projeto marcou a aplicação consolidada do Pique Primata (nossa adaptação ágil de metodologias de inovação) em um terreno desafiador: o design de um produto físico complexo. A Alva não é apenas uma luminária; é um kit montável que utiliza Arduino — uma plataforma eletrônica de código aberto — para ensinar marcenaria, elétrica e eletrônica na prática. O ponto de tensão inicial era claro: a versão de referência apresentava uma curva de aprendizado íngreme, o que poderia gerar tédio ou desistência. Nossa missão foi suavizar esse rastro, transformando o "fazer" no maior valor do produto.

A estratégia foi dividida em três semanas de imersão total. Na primeira fase, focamos no alinhamento de visão e na descoberta das personas. Percebemos que a Alva não competia com luminárias de prateleira, mas com hobbys como Lego para adultos, plastimodelismo e videogames. Essa virada de chave mudou o posicionamento: o foco saiu do objeto final e foi para a experiência de autodescoberta. Realizamos workshops de co-criação onde surgiram os primeiros "toscótipos" (protótipos de baixa fidelidade), fundamentais para visualizar a jornada de montagem antes de qualquer linha de código ou corte na madeira.

Na segunda semana, partimos para a materialização. Enquanto parte do time trabalhava na modelagem 3D e no detalhamento técnico, outra frente buscava viabilidade com fornecedores. A agilidade permitiu que tivéssemos uma versão física funcional já na quinta-feira, pronta para testes reais. Esse fôlego na prototipagem física é o que minimiza riscos financeiros e antecipa erros estruturais que só apareceriam na linha de produção.

A etapa final consolidou a experiência de unboxing assistido. Entendemos que a embalagem deveria funcionar como um instrutor silencioso. Criamos fases organizadas: primeiro a marcenaria, depois a elétrica, seguida pela eletrônica e o acabamento têxtil. Cada abertura de caixa era um novo nível superado pelo usuário. Além do produto físico, colaboramos no desenvolvimento do App-Guia, garantindo que o suporte digital e o manual físico falassem a mesma língua. O resultado foi um produto validado em tempo recorde, capaz de introduzir habilidades técnicas em pessoas leigas de forma leve e recompensadora.