Contratar um seguro para o celular não deveria ser um labirinto burocrático.
No entanto, o ecossistema de seguros frequentemente esbarra em processos rígidos, especialmente na contratação independente — quando o cliente decide proteger seu aparelho fora do momento da compra física. Foi nesse cenário de "ponta solta" que a Zurich nos convidou para colaborar.
Nossa jornada começou com uma imersão profunda, analisando o comportamento de quem já utiliza o serviço e mapeando as resistências de quem ainda não o faz. Através de entrevistas qualitativas, extraímos dores reais: a busca por clareza e a necessidade de resolver tudo na palma da mão, sem atritos. O diagnóstico apontou para um caminho claro: era preciso oferecer autonomia e velocidade em um ambiente 100% digital e desatrelado de terceiros.
Com os dados na mesa, não ficamos apenas no relatório técnico. Levamos o time da Zurich — de diretores a especialistas em TI, engenharia e marketing — para uma oficina de co-criação intensa. O objetivo foi alinhar o que é tecnicamente viável com o que é estrategicamente necessário. Em mesas de trabalho cruzadas, cada setor trouxe sua bagagem e nós facilitamos a costura dessas ideias em uma única direção.
O resultado não foi apenas um fluxo visual, mas uma meta-jornada estratégica. Durante o processo, refinamos o checkout e realocamos pontos de contato para garantir que a experiência não tivesse gargalos. Essa estrutura serviu como o guia mestre para o backlog de desenvolvimento da Zurich, transformando os insights de pesquisa em entregas reais. Mostramos que o seguro pode, sim, ser um serviço ágil e transparente desde o primeiro clique, respeitando o tempo e o fôlego do usuário.