Pique Primata is our approach to design-innovation:

1. Prepare & Define
Começamos com um objetivo simples e alcançável e concluímos essa etapa com diretrizes claras de design, geralmente repletas de recursos fundamentados.

2. Build & Validate






A Primata ajuda a gente a viabilizar projetos em que o escopo não é claro e não é tradicional (do nosso dia-a-dia).
Muitas vezes temos uma dor ou ideia que ainda não está estruturada e ainda não sabemos o como resolver ou rodar e eles trazem essa clareza: tornar o projeto tangível, com escopo, objetivo, indicadores, passo-a passo e etc.

O trabalho com a Primata foi sempre surpreendente.
Guardo uma admiração pessoal por cada profissional da Primata e testemunhei, ao longo dos últimos anos, o esforço pela diversificação e qualificação do portfolio.
A equipe vai além do que se demanda e, invariavelmente, agrega novos elementos e mais valor aos trabalhos realizados pela área de inovação da CNI.
São incontáveis as vezes em todas as oportunidades fomos prontamente atendidos e com alto nível de qualidade.

Vejo a Primata como uma captadora de problemas, ou dilemas e uma aceleradora de ideias.
Eles nos levam a pensar não só "fora da caixa", antes disso, nos provocam a olhar p/ dentro da nossa caixa, nos levando a ver as coisas de todos os ângulos, olhando para o que já temos, o que já fazemos de bom mas simplificando, otimizando processos, entregando soluções simples e objetivas.
O mais impactante de tudo isso é que, muitas vezes, a solução está ali na nossa frente, mas não vemos, aí entra a Primata mostrando a luz e direcionamento a solução!

Trabalhar com a Primata foi uma experiência incrível.
O ponto alto foi o planejamento e organização na jornada como um todo que foi essencial para garantir uma entrega consistente ao briefing inicial.

Foi um dos momentos mais profundos de imersão que tivemos na Let's Fly.
Projetando tanto o futuro como olhando para o passado, em uma dinâmica leve, super rápida e com uma intensidade elevada... não eram aquelas reuniões que demoram 2 horas e a gente sai acabado, eram sempre reuniões densas mas que a gente saía energizado!
E não teve uma pessoa que viu os protótipos e não achou fantástico.

De uma maneira bem objetiva:
A Primata realiza oficinas para geração de uma matriz de possibilidades de um projeto a ser executado (seja em empresas, institutos de pesquisa, instituições, etc).

A capacidade única que eles têm de transformar ideias em realidade é o que estabelece a Primata como uma referência no setor.
Recomendaria a Primata Criativo de olhos fechados.
Se alguém me perguntar onde encontrar soluções de design que são realmente autênticas, impactantes e criadas com uma paixão genuína pela arte de resolver problemas, minha resposta seria sempre a mesma: Primata Criativo.
A dedicação deles à excelência e inovação é algo que realmente admiro, e tenho total confiança de que continuarão a deixar sua marca significativa no mundo do design.

Acho que a parte mais valiosa desse trabalho com a Primata Criativo foi a metodologia criativa (sem trocadilhos) deles utilizada no Pique Primata para definir as ferramentas e próximos passos após o momento de ideação.
O formato utilizado pelos Primatas entrega resultados muito claros e definidos.
Além disso, a habilidade deles na condução da oficina, no aspecto pessoal mesmo, deixa as coisas mais leves e divertidas, o que facilita no engajamento até mesmo de equipes menos dispostas a trabalharem em projetos de inovação.

Foram dias intensos e muito ricos de criatividade focada.
Nos entregamos ao processo, e o resultado foi surpreendente.
O Pique Primata se tornou nossa forma natural de criar.
Essa forma me parece hoje tão familiar, tão minha, que sinto como se ela sempre tivesse existido, mas nunca houvesse sido trabalhada de forma tão ordenada, e que se não houvesse um momento dedicado a torná-la palpável, seria difícil retirá-la do abstrato e trazê-la para o mundo real.

Pesquisar, coletar, depurar e selecionar a matéria-prima que será utilizada durante o projeto.

Lapidar a matéria-prima coletada, desenvolvendo soluções até a elaboração de uma proposta sólida.

Utilizar o conhecimento adquirido no processo e, após o lançamento, fazer melhorias contínuas.

Transformar a proposta lapidada em um artefato pronto para execução técnica e lançamento.
Discussões baseadas em opiniões costumam travar o progresso e gerar riscos desnecessários. A transição de um modelo de escuta individual para uma análise orientada por dados permite que hipóteses sejam testadas em cenários reais. O foco aqui é substituir o palpite pela evidência, garantindo que as decisões do board tenham sustentação no comportamento concreto do público e não em suposições de sala de reunião.
O excesso de rituais e alinhamentos constantes é, muitas vezes, um sintoma de processos travados. Quando o esforço é drenado por reuniões burocráticas, o trabalho real fica em segundo plano. A dinâmica de co-criação e a documentação simultânea eliminam os silos de informação, garantindo que a energia do time seja canalizada para a resolução de problemas e para a construção, em vez de apenas conversas sobre o que deveria ser feito.
A antifragilidade em ecossistemas de rápida mudança depende do equilíbrio entre a eficiência da operação atual e a busca por novos motores de crescimento. É o que chamamos de ambidestria: manter o fôlego do negócio principal (explotação) enquanto se testam novos caminhos (exploração). Ciclos curtos de validação permitem que a organização se adapte sem comprometer a estrutura que já gera resultado
Certezas sem teste são riscos disfarçados de estratégia.
Antes de qualquer investimento pesado em engenharia ou infraestrutura, o uso de protótipos visuais e narrativos funciona como um filtro crítico. Validar argumentos de venda e percepção de valor com pessoas reais garante que o esforço técnico seja direcionado apenas para soluções que já provaram sua relevância no terreno.
Quando tudo parece prioridade, nada é.
A clareza sobre a visão de um produto deve vir antes da primeira linha de código ou desenho. Ao definir possíveis caminhos de sucesso e as expectativas do cliente logo na largada, o time ganha o poder de síntese necessário para priorizar o que realmente move o ponteiro do negócio, eliminando a névoa que impede a execução.
Tirar uma ideia do papel e dar forma a ela exige método, não sorte.
O alinhamento entre as áreas de negócio e tecnologia é o que permite definir a versão ideal para o primeiro passo no mercado. O foco está em descobrir o menor esforço possível que entregue valor real, transformando conceitos abstratos em planos de trabalho com requisitos claros e protótipos funcionais em tempo recorde.
A distância entre a estratégia e a execução é onde muitos projetos morrem.
Nesse cenário, o foco do Lab é validar a lógica de negócio por trás de cada entrega. Mais do que a interface, o trabalho consiste em projetar os processos e a estrutura necessários para que a organização sustente a solução, garantindo que o produto final seja fiel aos objetivos estratégicos traçados na largada.